Discursos

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO MAURO BENEVIDES

NA SESSÃO DE 24 DE SETEMBRO DE 2012

 

SENHOR PRESIDENTE

SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS:

 

Na sessão inicial de mais uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, a Presidente Dilma Rousseff abrirá, formalmente, os respectivos trabalhos, sequenciando atuação de seus antecessores, os quais igualmente cumpriram essa tarefa histórica, desde Osvaldo Aranha, na época Ministro das Relações Exteriores do nosso País.

Com o prestigio sempre mencionado como em ascensão, apesar das enormes dificuldades consequentes da conjuntura mundial adversa, ela abordará, naturalmente, itens de igual preeminência, já agora bem mais conhecida pela firmeza de suas decisões à frente dos destinos do nosso País.

Recordo que, em outras ocasiões mais recuadas, ali também estive, numa delas a convite do Chefe da Nação José Sarney, compondo a sua comitiva, quando Embaixador, o saudoso Paulo Nogueira Batista, então destacado membro do Itamaraty e profundo conhecedor de nossa política externa e os questionamentos mais atualizados, na ocasião do aludido evento.

Recentemente, a Revista FORBES, de circulação mundial, situou a nossa Primeira Magistrada como uma das       MULHERES MAIS PODEROSAS, antecedida, apenas por Ângela Merkel, Première da Alemanha, e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, dos Estados Unidos.

O teor da oração presidencial, como é praxe, deverá deter-se sobre questões palpitantes, sendo quase certo que a crise econômica terá de ser inevitavelmente focalizada, na busca, naturalmente, de soluções capazes de superá-la pelo esforço comum de todos os Países em condições de contribuir para a ultrapassagem dessa fase aziaga, que atormenta a humanidade.

Quando da divulgação do texto oficial da fala da Chefe do Poder Executivo, a mídia, por seus veículos mais importantes, abrirá espaços com vistas a comentar tal pronunciamento, realçando aqueles pontos cruciais ajustados ao momento internacional, sob seus múltiplos aspectos.

Não poderia esta Casa, pois, deixar de ressaltar a relevância desse magno acontecimento, embora previsto numa tradição que teve origem ainda em 1948, conglobando todos os continentes.

Sabe-se que o desempenho do Fundo Monetário e do Banco Mundial serão apreciado, quando deles se reclamará um desempenho mais proficiente para solucionar a crise que perdura na Europa, com reflexos nos demais Continentes.

 

                       MAURO BENEVIDES

                       Deputado Federal

 

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