Discursos

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO MAURO BENEVIDES

NA SESSÃO DE 26 DE NOVEMBRO DE 2012

 

SENHOR PRESIDENTE

SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS:

 

A temática alusiva ao Produto Interno Bruto continua a preocupar não só os escalões oficiais, mais igualmente, os setores empresariais e os especialistas em economia e finanças, na expectativa de que atinjamos patamares mais alvissareiros, em condições de melhor nos situar no contexto universal.

O cálculo cogitado em torno de 1,5% passou a ser frustrante para os estudiosos dessas evoluções, buscando o Poder Executivo alternativas capazes de realimentar a nossa estrutura produtiva e fazê-las contribuir para alcançar-se percentual mais estimulante, que melhor posicione o Brasil, na sua qualidade de integrante do bloco denominado de EMERGENTE, composto, também, pela Rússia, China, Índia e África do Sul.

Em matéria divulgada no Caderno MERCADO da Folha de São Paulo há constatação de que o Norte e o Nordeste ganharam mais peso na presente evolução desse arbitramento, valendo destacar que a faixa nordestina contribuiu, apenas, com 0,5% no período de 2002 a 2010, numa hierarquização em que a Bahia, em razão de fascinantes incentivos fiscais, atraiu industria automobilística, sendo o Estado melhor posicionado neste contexto econômico regionalizado.

Como tradicionalmente acontece, São Paulo é a Unidade Federada que mantém a disparada liderança do setor, embora haja tido, igualmente, perda relativa conforme avaliada nas estatísticas divulgadas, em cada exercício.

É inegável o empenho da Presidente Dilma Rousseff para que a oscilação a MAIOR seja atingida sem delongas, em decorrência de providências adotadas, especialmente as desonerações tributárias, com perdas substanciais para o Erário.

Mencione-se, por oportuno, que os maiores PIB,s estaduais – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná mantêm-se na vanguarda, por serem polos desenvolvimentistas de maior impacto, influenciando, desta forma, o cômputo dessa meta, hoje fundamental para indicação da expansão de nossas atividades produtivas.

Apesar dos esforços despendidos não se pensa em algo além de 1,5%, neste exercício por mais estimulantes que sejam as ações a cargo do Poder Executivo do nosso País.

                       MAURO BENEVIDES

                       Deputado Federal

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