Discursos

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO MAURO BENEVIDES

NA SESSÃO DE 27 DE AGOSTO DE 2013

 

 

SENHOR PRESIDENTE

SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS:

 

Durante solenidade levada a efeito, na última sexta-feira, o Instituto do Ceará empossou o seu novo sócio, Dr. Osmar Diógenes, com brilhante saudação do confrade José Augusto Bezerra, atual dirigente máximo da Academia Cearense de Letras.

Ao conferir a insígnia da Casa do Barão de Studart ao recipiendário, o presidente Ednilo Soares – que ali iniciou proficiente gestão, sob aplausos gerais – ofereceu-lhe a palavra, sob expectativa de seus novos Pares em um auditório seleto, no qual predominam figuras exponenciais dos nossos círculos culturais, todos pressurosos em refletir sobre a excelente peça do novo membro, considerado historiador de méritos comprovados, com a responsabilidade de dirigir o Museu da Assembleia Legislativa – repositório de nossa historiografia político-parlamentar.

Numa retrospectiva de toda a sua existência, Osmar Diógenes primou por citações eruditas, não escapando o nosso maior poeta épico da língua portuguesa, Luiz Vaz de Camões, relembrando-o em uma de suas produções românticas, recitadas pelo novo imortal, no que foi acompanhado, discretamente, por seus Pares, entre os quais estive incluído rememorando aquela estrofe de que é musa a bela Raquel, inspiradora dos sentimentos líricos de Jacó, inesquecível soneto de fino lavor.

O próprio vice-governador Domingos Aguiar Filho, ex-presidente da Assembleia Legislativa como eu fui, confidenciou-me a beleza estilística de orador, bem assim de sua extrema vocação para os lides de pesquisas históricas, em páginas inapagáveis, como relembrou alguma delas, no bojo de seu lapidar agradecimento.

Com o presente registro, cumprimento o Instituto do Ceará pelo brilhante evento, entidade que, ao lado da Academia Cearense de Letras, dignifica os nossos fastos culturais, geográficos e antropológicos.

MAURO BENEVIDES

Deputado Federal

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