Discursos

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO MAURO BENEVIDES

NA SESSÃO DE 04 DE FEVEREIRO DE 2014

 

 

SENHOR PRESIDENTE

SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS:

 

Com o reinicio formal, ontem, em sessão do Congresso Nacional, instalou-se o ano Legislativo, num instante de intensa movimentação, já que teremos eleição em 6 de Outubro vindouro para Presidente e Vice da República, Congresso Nacional e Assembleias Legislativas, exigindo maiores esforços para que, cumpramos, dentro de calendário preestabelecido, as nossas atividades para o correto desempenho do mandato parlamentar, neste último ano da presente Legislatura.

A pauta de encargos, elaborada que será pelo Presidente Henrique Alves e as lideranças partidárias apontará para um roteiro a ser obedecido rigorosamente, sem prejuízos das atividades políticas no Estado de origem – incumbência de que não nos dispensaremos, para manter em consonância com os respectivos correligionários.

Diante da perspectiva de um novo período de Estiagem, como vaticina, no Ceará, a FUNCEME, temos que assistir aos rurícolas, os quais certamente buscarão o amparo do Poder Público, através de um instrumental de apoio pelos organismos diretamente vinculados ao Polígono.

O DNOCS, a SUDENE, o Ministério da Integração Nacional estarão, obviamente, na linha de frente, em perfeita sintonia com os Executivos Estaduais, a fim de que se evite superposição de medidas, o que não teria o timbre de um adequado planejamento que melhor corrigiria tal disparidade, como recentemente ocorreu, sobretudo nos dois últimos exercícios, de dolorosa repercussão para todos nós.

Acredito mesmo que a própria Presidente Dilma Rousseff se disporá a, pessoalmente, acompanhar a execução desta assistência privilegiando os homens do campo, garantindo o suporte de recursos que atendam aos reclamos de adversidade, que ora se prenuncia, reprisando os dois últimos anos, de tenebrosas relembranças.

A bancada nordestina manter-se-á congraçada para atuar permanentemente, cobrando planificações emergenciais, em torno das quais não deve haver indiferença dos que decidem entre nós. O espectro da seca não pode persistir tão impiedosamente alcançando o povo nordestino, ainda a braços com seguidas fases de carência das quedas pluviométricas.  

MAURO BENEVIDES

Deputado Federal

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