Discursos

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO MAURO BENEVIDES

NA SESSÃO DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014

 

 

SENHOR PRESIDENTE

SENHORAS E SENHORES DEPUTADOS:

 

A imprensa divulgou hoje, com destaque, que a arrecadação federal, no mês de janeiro último, alcançou a cifra de 123 bilhões de reais, superando em 0,9% a de período do ano anterior, o que mostra a eficiência da maquina estatal, fato que mereceu realce na mídia, comprovando o esforço despendido para equilibrar as nossa finanças.

Na simultaneidade desta auspiciosa constatação, os parlamentares ontem comentaram os cortes orçamentários implacavelmente registrados, inclusive no que tange às Emendas, alcançando pequenas dotações destinadas às comunas brasileiras, em plena fase do chamado Orçamento Impositivo, sugerido pelo próprio Presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves e respeitado pela própria Comissão de Orçamento, após exaustivo debate, com a participação do Executivo, através da Ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.

Aliás setores da Receita atribuem o recorde de arrecadação ao pagamento da primeira cota – ou cota única - alusiva ao último trimestre de 2013 do Imposto de Renda, Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre Lucro Liquido.

Além, disso, menciona-se, igualmente, que houve valores antecipados pelas empresas relativos ao ajuste anual do IRPF e CSLL, referentes ao lucro obtido em todo o ano passado.

Aguarda-se, agora, o anuncio, amanhã, do Produto Interno Bruto que deverá permanecer em torno de 2%, o que é, aliás, considerado aquém das expectativas do governo, alvitradas em, pelo menos, 2,3% de conformidade com declarações anteriores do Ministro Guido Mantega.

Retornando, hoje, ao nosso País, após o Encontro, em Bruxelas, promovido pela União Europeia, a presidente Dilma Rousseff deter-se-á sobre esses números, já que é de seu dever acompanhar, atentamente, as evoluções, de tudo quanto se arrecada para os cofres da União.

Enquanto isso, o COPOM dará a conhecer, à tarde, a nova Taxa Selic, estimando-se que ocorra novo aumento de 0,25%, numa elevação justificada como necessária para conter o aumento da inflação.

MAURO BENEVIDES

Deputado Federal

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